abstrato
o que dorme
dobrei o tecido e deitei-o sobre o vidro. quando a luz passou, alguém tinha adormecido lá dentro. não sei quem. não o quis acordar.
abstrato
dobrei o tecido e deitei-o sobre o vidro. quando a luz passou, alguém tinha adormecido lá dentro. não sei quem. não o quis acordar.
abstrato
Tecidos sem corpo, suspensos entre presença e apagamento — formas que persistem na estranha metade da noite.
digitalização
Folhas digitalizadas tornam-se instáveis: entre arquivo e desvio, o herbário falha como preservação e revela a transformação. Não fixa — reinscreve. Cada forma persiste como vestígio em mutação.
fotografia
Dobras e superfícies em tensão definem uma zona instável entre presença e apagamento. O corpo surge como vestígio — não como forma — num campo onde o visível é apenas o limiar de um contacto que se faz e desfaz.
digitalização
Digitalização de papéis com recurso a scanner e posterior tratamento e manipulação das imagens.
abstrato
Ilustrações digitais. O projeto desenvolveu-se a partir da digitalização (via scanner) de composições com elementos naturais, recortes de papel, tecidos, fotografias e outros elementos, com posterior tratamento e manipulação das imagens.